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Homem que ateou fogo no porteiro se entrega e revela motivo do crime bárbaro

Marcelo Cavalcanti Gomes se entregou à polícia após um crime bárbaro que pode lhe render 40 anos de prisão.

Marcelo Cavalcanti Gomes, homem que ateou fogo no porteiro de seu condomínio, Jefferson, se entregou a polícia nesta quinta-feira (21) e revelou qual seria a motivação real do crime que ele cometeu. Você que acompanha o F7News (e se não acompanha clique no sininho e ative as notificações) sabe que o homem ateou fogo de forma bárbara no porteiro, mas, até então, ele estava foragido.

Passado o flagrante, o homem se entregou à polícia e revelou o motivo do crime. O homem acabou sendo levado por forte emoção, segundo sua versão e de forma inconsequente, acabou tendo uma atitude precipitada. As imagens mostram, Marcelo chegando em seu condomínio, estaciona o carro, pega uma garrafa de gasolina e caminha em sentido a guarita. Lá, ele adentra e lança o líquido inflamável sobre Jefferson Quintanilha, acende um fósforo e queima o rapaz.

Marcelo Cavalcanti Gomes revela motivo de crime 

Na delegacia, Marcelo disse que Jefferson era amante de sua esposa. Por conta disto ele o atacou em um crime passional. Entretanto, o delegado do caso, na 110ª Delegacia de Polícia, pediu provas da relação extraconjugal e Marcelo não conseguiu fazer a comprovação.

Marcelo Cavalcanti Gomes confessou o crime à polícia (Foto: Reprodução/ TV Globo)
Marcelo Cavalcanti Gomes confessou o crime à polícia (Foto: Reprodução/ TV Globo)

Ainda segundo o delegado, o suspeito vai responder pelos crimes de tentativa de homicídio qualificado e crime de incêndio. A pena total somada pode chegar a mais de 40 anos de prisão. Cabe lembrar que há uma premeditação clara no caso, já que ele leva a garrafa com gasolina já preparada para atear fogo ao suposto rival. 

 

Estado de saúde do porteiro que teve o corpo queimado

Assim que o crime aconteceu, o porteiro foi levado ao  Hospital das Clínicas de Teresópolis Costantino Ottaviano.Ele foi transferido, na última quarta (20) para o Hospital Melquíades Calazans. Jefferson teve 60% do corpo queimado e estava em coma induzido, procedimento normal, para reduzir as funções vitais.
Porteiro que teve o corpo queimado em ato criminoso - Jefferson (Reprodução G1)
Porteiro que teve o corpo queimado em ato criminoso – Jefferson (Reprodução G1)

Com informações do F7News

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Hugo Reis

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